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A decisão do passeio foi tomada em 5 min. na 6ª feira (vamos…), a preparação em quatro horas
(onde vamos, rota, onde ficamos…) e Sábado arrancámos. O "como..." nem se colocou,…óbvio de DEAUVILLE…
Saída de Linda-a-Velha por volta das 10h00, A2 e de seguida A6 com saída em Montemor-o-Novo. De Montemor-o-Novo pela nacional até Évora (chegada por volta das 11h30) onde foi o nosso 1
º ponto de paragem.Visita pela Cidade a alguns locais. Derivado ao calor, foi-nos impossível
ver mais.

 Seguimos e a paragem foi em Portel (chegada por volta das 14h00) onde, após dar ao dente e
descansar um pouco, visitámos o Castelo.


 Seguimos em direcção a Beja onde chegámos por volta das 15h00 sob um calor infernal (ca 43ºC). Novamente refrescar e uma visita muito curta ao Castelo.

 Arrancámos por volta das 15h45 chegando ao nosso destino final, Mértola.
 À chegada (por volta das 16h30) na recepção da estalagem, parecíamos dois tomates. Só nos
perguntavam “…estão com calor?...” estando ambos com uma respiração ofegante. Os nossos corpos não paravam de tremelicar. A recepcionista informou-nos que hoje (sábado) estava a ser o dia mais quente do ano (46ºC)
e que no domingo eventualmente iria ser pior. Bom, uma mudança de roupa e ca. de 1,5 litros de água depois, deslocámo-nos ás
Azenhas do Guadiana onde o banho soube ao prémio esperado
(já só pensávamos no banho desde Portel).

 Após a banhoca, foi-nos recomendado o restaurante “Alengarve” em que a especialidade eram as
migas com carne de porco preto.
Divinal. Recomendamos. À noite já se conseguia passear pela vila e aguentar o calor. Domingo arrancámos cedo (por volta das 09h00 para fugir ao calor) em direcção a Serpa.
Passando pelas Minas de São Domingos. Chegámos a Serpa por volta das 10h30 onde fizemos uma pequena incursão e ver-mos o possível.
 De seguida passagem por Moura
 e em direcção à barragem do Alqueva onde chegámos por volta 12h00 (já o calor se tornava tortura).
 Decisão imediata….rumo a Linda-a-Velha. O calor era insuportável (ca de 45ºC). Bom mas regressámos em segurança (chegámos por volta das 15h30), cansados mas também muito
contentes pois tínhamos provado a nós próprios que conseguíamos e a prestação de Deauville,
deixou-nos de boca aberta. Não se negou a nada.
 Apesar do texto ser extenso, não queria deixar de vos relatar o que para nós foi um desafio bastante
aliciante e deu-nos imenso gozo.
Um grande abraço de dois Deauvillistas de traseiro calejado (e escaldado),
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