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Olá,
Setembro havia sido estipulado como mês de Passeio. O itinerário original seria um
zigue-zaguear de 5 a 7 dias pelo centro e norte do nosso País.
Tudo estava assente até…..ao regresso do nosso passeio de Mérida.
Constatámos após o nosso regresso do Parque Nacional de Cabañeros (dia no qual fizemos
520 Km em pouco mais de 6 horas entre estradas de terra batida, em mau estado e AE)
que para visitar Portugal, fosse qual fosse o local, um fim-de-semana prolongado,
seria o suficiente não precisando assim de gastar férias para ver “a nossa casa”.
Assim restava-nos apenas definir o “onde”. Este não foi difícil de escolher pois há
já muito estava debaixo de olho.
Chegara assim finalmente a vez dos Picos da Europa terem o prazer de receber
aqui o casal maravilha. Mas apenas Picos e voltar…..sabia a pouco.
Após várias leituras mais atentas de relatos de fóruns, sites de motociclistas batidíssimos,
conversa com amigos que já haviam lá estado e colhendo várias informações na net,
o plano seria o seguinte:
1º Dia---- Deslocação Lisboa - Leon
2º Dia----Leon – Picos da Europa
(com passeio pedestre pela Ruta del Cares)
3º Dia----Picos – Picos
(visita a vários locais)
4º Dia----Picos - Santiago de Compostela
(com visita a Ribadesella e La Coruña)
5º Dia----Santiago de Compostela – Porto
(com passagem por Baiona e o Monte de Santa Tecla)
6º Dia---Visita à Cidade do Porto
(só conhecia as Zonas Industriais e estava na altura de conhecer o Porto Cidade)
7º Dia----Regresso a casa
Como de costume, Patrícia investiga o que há a ver, eu traço rotas.
Assim, após resolução de uma serie de assuntos, demos inicio a mais um passeio a dois.
Cada vez mais sinto que cada passeio que efectuamos é mais uma página da
história da nossa vida que ficará “escrita” na nossa memória. Venha o que vier,
aconteça o que acontecer, esta é nossa e nada nem ninguém a poderá apagar.
É nossa.
Eis então a história para quem eventualmente tenha interesse em nos “acompanhar”.
Para os menos paciente, poderão encontrar o link com o filme de cada dia.
Dia 7 – Lisboa – Leon (735Km)
Link do filme: (não há…foi uma seca de AE)
Partimos por volta das 09h30. Decidimos não sair pelo norte mas sim por Vilar Formosos em direcção
a Salamanca e depois Leon. Teríamos assim apenas as portagens até Torres Novas e combustível
mais barato em Espanha.
Pouco há a contar deste dia (AE mais AE) à excepção de um Bocadillo que comemos a cerca de
70 Km de Leon. Não almoçámos pois com o calor que estava, alem de não apetecer,
dava sono pelo que por volta das 3 da tarde, lá estava o ratinho a roer.
Parámos numa área de serviço qualquer, atestámos a mota e a seguir fomos a um
Bocadillo de queijo e jambon ibérico. Era “grandota” pelo que bastou uma para os dois.
 Rato morto e siga rumo ao Hotel. Chegámos ao Hotel por volta das 5 da tarde. (Hotel Santiago o qual já havíamos usado aquando do regresso do nosso passeio a Andorra)
 O sol ainda estava quente pelo que o mergulho na piscina passou a obrigação.
Já não saímos do Hotel optando por jantar por lá. O pior estava feito, ou seja, o dia
sem nada para ver estava cumprido. Chamemos-lhe um mal necessário.
Quem já fez a Autovia de Castilla, sabe do que falo. Até amanhã. 
Dia 8 – Leon – Soto de Cangas (218Km)
Link do filme: http://www.youtube.com/watch?v=ZB3pd2DOjS4
Este dia, embora curto em termos de distância, iria ser um dia cansativo pois havíamos definido
fazer parte da Ruta del Cares. Queríamos ter o tempo necessário para apreciar paisagem e
fazer um trajecto pedestre que nos proporcionasse a beleza das montanhas. Daí este dia ser
relativamente tranquilo, afinal, estava-mos de férias.
Perguntei à recepcionista do Hotel como estaria o tempo nos Picos pois em Leon estava fantástico.
Respondeu-me a senhora:
“Quando aqui está Sol, nos Picos Chove….quando aqui está encoberto, nos Picos Chove….
quando aqui chove, nos picos chove ainda mais…” 
Ouvi, agradeci e pensei cá com os meus botões:
“Por algum motivo esta rapariga não foi para meteorologista mas sim para recepcionista…deve
ser por não perceber muito de tempo…”, a ver vamos.
Estamos a contar com ela (da chuva, claro) portanto não haveria surpresas.
Assim partimos cedo de Leon rumo aos Picos. Temperatura magnífica para andar de mota,
sem vento, simplesmente delicioso.

 À medida que nos aproximávamos dos Picos, a temperatura ia descendo mas mesmo assim muito agradável.
Paisagens lindas com um pavimento fantástico.



 E começavam a aparecer os primeiros indícios de quão imponentes os Picos eram.



 A chegar a Riaño deparámo-nos com uma paisagem lindíssima. De perder o fôlego.
 Senti-me pequeno

 É daqueles momentos em que se o tempo parasse….eu não me importava.
Após uma paisagem inspiradora como aquela, rumámos a Caín.



 A estrada, embora em excelentes condições, não permitia grandes velocidades pois os avisos
de animais à solta eram constantes e, obviamente de mota, são para levar muito a sério.
E não é que onde menos se esperava, lá estavam elas?
 Desviam-se. No entanto são animais e nunca se sabe. Todo o cuidado é pouco. Seguindo o nosso caminho, chegámos a Pandetrave, um miradouro do qual se via
uma cordilheira lindíssima.


 Rumo a Caín, esta cordilheira parecia mover-se pois “seguia-nos”…


 À chegada a Cain fomos brindados com uma estrada lindíssima e um Deauvillista “endiabrado”
pois o camarada parecia ir atrasado para o almoço…

E chegada a Cain. Aqui, encosta a “burra” e toca atar os cordéis às botas pois a partir daqui, é,
como dizem os Espanhois: “A LA PATA”. 
Ruta del Cares (Rota do rio Cares): A Ruta del Cares é um trilho de 12 Km que liga as duas aldeias de Caín e Poncebos.
Estas duas vilas distam ca. de 100 Km por via rodoviária. Houve assim necessidade de
ligar estas duas vias de uma forma mais curta, no entanto pedestre, de forma a facilitar a
movimentação da população na época invernal.
Esta rota faz-se sem grandes dificuldades no entanto nós, devido ao facto de
estarmos apetrechados para andar de mota e não para caminhar, aceitámos a
sugestão feita pelo Miguel Sala de fazermos a 1ª metade do trajecto indo de Cain
(obrigado Miguel, foi uma excelente dica ). Faríamos assim os mesmos 12 Km’s mas
veríamos a mesma paisagem de 2 ângulos diferentes. Foi um espectáculo.
Ficam aqui algumas fotos pois não sei como descrever o que vimos.












 Estas estão tão habituadas à presença de pessoas que já nem fogem e até se deixam fotografar bem de perto.
 Muitas mais fotos teria para colocar mas nenhuma capta aquilo que o olho humano capta nem
transmita a dimensão de toda a paisagem. É um local a não perder.
Optamos por almoçar em Caín pois já se fazia tarde e após uma boa caminhada, há que atestar
a máquina. Decidimos por pratos típicos espanhóis.
Foi não sei o quê (eram batatas fritas com presunto e ovos) para mim…
 E foi não sei o que mais (Batata frita com bife panado e molho de queijo) para a Patrícia…
 A sobremesa, seguimos a sobremesa espanhola mais conhecida…a famosa “natilha”…mas desta vez,
com bolacha que é mais fino… 
 Barriguinha cheia e vamos que ainda temos de chegar ao poiso em Soto de Cangas. Partimos assim de Caín pela mesma estrada de onde viemos
 E pouco depois estávamos a parar num local inspirador: O Miradouro do Tombo

 Lindo….mas tinha-mos de seguir. Todo o cuidado era pouco e após mais umas curvas,
tivemos mesmo de parar pois “elas” estavam literalmente a obstruir a passagem. Ao fim de um
bocado lá se decidiram a nos deixar passar
 Daqui até Soto de Cangas, ainda pudemos apreciar belas paisagens…

 Os palheiros típicos da zona…



 Acabando por um dos trajectos mais impressionantes que já fiz até hoje: O Desfiladeiro Los Beyos

 É um serpentear de estrada rodeado de escarpas….fantástico. Estive a ver e por fotos
dificilmente conseguiria transmitir a sensação. Experimentem ver o filme que lá terão uma ideia
mais aproximada. Chegámos por volta das 18h00 ao poiso em Soto de Cangas. Decidimos ficar na residencial
“El Caseron”. Local tranquilo e com tratamento familiar.


 Acabámos aqui o 1º dia de Picos. Estávamos ainda a digerir tudo o que havíamos vivido neste
dia e já a pensar no seguinte.
P.S. – Chuva, nem vê-la. Levámos com 35º de temperatura.
Confirmei assim a minha teoria: a menina do Hotel de Leon estava na profissão certa.
Dia 9 – Soto de Cangas – Soto de Cangas (281Km)
Link do filme: http://www.youtube.com/watch?v=vVQNTS6s1tE
Os pontos “alto” deste dia, seria a subida desde Fuente Dé até El Cable (1850 Mts) e a Sotres
(aldeia a mais de 1000Mts de altura dos quais se conseguem ver vários picos).
Levantámo-nos cedo. Apesar de serem pouco Km’s, queríamos fazê-los em passeio para poder
apreciar ao máximo a paisagem. Assim, perto das 09h00 partimos em volta dos Picos rumo a
Fuente Dé para subir a El Cable (ponto mais alto a que o teleférico no leva) e respirar
um pouco de ar puro.
Temperatura amena, sol, sem sinais de chuva…..





 Um dia lindo…perfeito para passear de mota…








 Este percurso de uma beleza extraordinária, faz-nos vir tudo e mais alguma coisa à cabeça.
São umas boas dezenas de Km sempre a descer.
A certa altura veio-me à cabeça a história do tubo de travão rebentado da mota do Paulo Santos….
e não sei porquê…pensava “ e se me acontecesse o mesmo?”…minutos depois acontece o impensável…
FIQUEI SEM TRAVÕES ATRÁS.
O pedal batia no fundo e….NADA. Numa descida? Os travões da frente a estavam 100%.
Disse à Patrícia o que estava a acontecer. Arrependi-me pois a Máquina fotográfica foi para o saco.
Pensava que as férias estavam arruinadas. Problemas de travões e serra não combinam.
Comecei assim a circular apenas em 3ª e a usar o travão dianteiro o menos possível.
A certa altura voltei a carregar no travão traseiro e…..voltei a ter travões atrás….esquisito.
Ao chegar a Potes, desloquei-me a uma oficina de motas e expliquei o sucedido.
O mecânico muito calmamente respondeu-me que não era o primeiro a acontecer-lhe tal situação.
Mais descansado, seguimos. Parece que o óleo quando aquece demasiado,
ferve e perde as suas propriedades. Quando arrefece, volta ao normal. Foi uma lição que aprendi.
Siga para Funete Dé que as férias continuam. 

 E chegada a Fuente Dé. O bilhete de Ida e Volta custa 15,5€ mas vala cada cêntimo.
A subida é feita num teleférico moderno e rápido. Leva-nos a 1850Mts em cerca de 3 minutos.
É fantástico.


 Fuente Dé visto de 1850 Mts…

 Ò nois…


 Gostavas de uma varanda com uma vista destas, não era?
 Simplesmente fantástico. Decidimos almoçar um Bocadillo na estação superior pois estava
praticamente vazio. Acabados de almoçar, descemos tão rápido quanto subimos.
Seguimos rumo ao Mosteiro de Santo Toribio. Infelizmente encontrámo-lo encerrado
mas o exterior também era bonito assim como as vistas.


 Valeu pelas vistas e pelo descanso pois o calor apertava…próxima paragem, Sotres,
mas não sem antes atravessar o Desfiladeiro de La Hermida, outra maravilha de estrada…






 Chegados a Las Arenas, encontrámos a via para Sotres. Muito sinceramente, fiquei
decepcionado com Sotres. Tudo em obras, sem interesse algum. Das fotos que tiramos,
nenhuma mereceu ser aqui colocada. Nem da paisagem vistas de Sotres pois outras bem
melhores poderão ser encontradas. Valeu no entanto pelas estradas e pela sua panorâmica….





 O dia estava feito…ou talvez não. Chegámos cedo a Soto de Cangas e decidimos
visitar ainda Covadonga. Estávamos a cerca de 8 Km, havia Sol com fartura e…no dia seguinte era Sábado.
Sendo este um local de peregrinação, achámos que seria melhor visitar Covadonga e assim
escapara aos Stresses.
Em boa hora o fizemos pois obtivemos a informação na rotunda que dá acesso aos lagos,
que estes apenas podiam ser visitados de autocarro após as 08h30 da manhã.
Já voltaremos aos lagos. Por agora, Covadonga. Local muito agradável, limpo, acolhedor…só mesmo estando lá.


 Foi-me perguntado há dias se havíamos visto a cascata de Covadonga…ficámos intrigados a
pensar que nos teria escapado alguma coisa….mas não, supostamente, quando CHOVE,
existe aqui uma cascata…acho que tivemos azar. 
 Visita feita, chegava a hora de regressar à base.
Nesta noite tive finalmente a oportunidade de matar uma curiosidade
que me perseguia desde 2007. Ouvia falar com frequência por vários amigos que em 2007 haviam estado
em Bilbau e teriam comido um famoso “Arroz Cubano”.
 Não foi tão mau quanto pintaram.
Cansados mas satisfeito, sentámo-nos à fresca a decidir a visita aos lagos.
Não iríamos perder precioso tempo a esperar por autocarros. Levantávamo-nos cedinho
para passar antes da 08h30. Estáva na hora de dormir mas o corpo não deixava.
Estava ainda demasiado excitado do dia em cheio. Mas por fim o corpo cede.
P.S. – Neste dia apanhamos temperaturas de 30º e nem sombra de chuva.
Continuo a pensar que a menina do Hotel de Leon deve permanecer no seu emprego.
Dia 10 – Soto de Cangas – Santiago de Compostela (498Km)
Link do filme: http://www.youtube.com/watch?v=8ccnl8SOE_M
O dia prometia ser longo. Para escapar aos autocarros e visitarmos os lagos, tivemos de nos
levantar por volta das 06h30. Estava frio, cerca de 15º, mas agradável…Era tão cedo, tão cedo, que as nuvens ainda
estavam a pairar sobre o vale. Fenomenal…




 E …os lagos…meu deus….. Haverá algo mais puro que isto? Não sei. Fiquei sem palavras…





 Nas minas, perto dos lagos…

 E o sol a rasgar por entre as nuvens…


 Altura de dizer adeus aos lagos, aos picos, a uma beleza indescritível.
Os Picos da Europa ficaram e ficarão definitivamente no nosso coração.
Não os esqueceremos nunca e se pudermos, havemos de voltar.
Chegou a hora de partida. De partida rumo a Santiago de Compostela. Pelo caminho, iríamos ainda fazer alguns “desvios” recomendados pelo Sérgio e pela Luísa. E se valeram a pena...obrigado pela dica. 
 O destino intermédio seria Ribadesella. Uma pequena Cidade costeira onde desagua o Rio Sella
que nos acompanhou pelos Desfiladeiros La Hermida. Um local lindo:






 Monumento em memória aos pescadores falecidos


 Valeu cada escada que tive de subir. 
Daqui para a frente, segundo o GPS, seria AE até ao segundo “desvio”...La Coruña. Mas se nos fiarmos nos mapas do GPS…..dão um jeito daqueles mas….segundo ele, a AE está
pronta mas na realidade….há uma boa parte do troço que ainda está a ser construído. Assim,
foi um entra e sai de AE. Mas enfim…nesta foto pode-se ver a ponte superior é a tal AE ainda
em construção enquanto que o GPS diz que estamos a “nadar”. 
 O sacana do rato estava de volta e mais uma vez tivemos arranjar forma de o acalmar.
Assim, paramos numa cafeteria que tinha aquilo que necessitava-mos:
Bocadillos e tortilla com fartura. 
 Já havia comentado com a Patrícia que teria de trocar de capacete para o ano e que teria de
experimentar o dela. Estando nós em Espanha….porque não? Ninguém me conhece mesmo…
 E talvez vá ser mesmo um destes…mas sem flores. E, após diversas entradas e saídas de AE…lá chegámos a La Coruña. Aqui, havíamos as indicações de visitar a Torre de Hercules. É apenas o farol mais antigo do mundo. E assim, após passagem por algumas avenidas…



 …chegámos ao local. Ouvia-se muito Português assim como qualquer coisa que se parecia com português. Deve ser daqui que vem o termo Portinhol…



 Imponente…

 Lá de cima…


 E já está. Ultimo destino, antes de Santiago, a Cúpula Atlantica no Monte São Pedro. A caminho…


 E eis a dita…
 As vistas de “dentro para fora”…


 As vistas…
 No Monte São Pedro foram colocadas diversas peças de artilharia pesada durante a 2ª Guerra Mundial. Felizmente nunca foram usadas…

 Talvez assim tenhamos uma ideia do estrago que a coisa pode fazer…

 E por fim, um elevador panorâmico que infelizmente não pudemos experimentar pois já não havia tempo.

 Daqui até Santiago, foi sempre a abrir. Chegados a Santiago, deslocámo-nos ao centro para jantar.
Mais um dia em cheio.
Dia 11 – Santiago de Compostela – Porto (263Km)
Link do filme: http://www.youtube.com/watch?v=eiVnZxUtCmM
O dia nasceu cinzento. Optamos por nos levantar cedo para que o material da mota e a própria,
pudessem ficar guardadas no Hotel. O Check out só tem de ser feito até às 12h00 o que nos dava tempo
suficiente
para visitar Santiago. E assim começamos a nossa visita…








 Mas aqui a coisa descambou. Começou a chover, eu já estava todo
molhado e não se via nada em condições. Que tempo de ….

Alteração de planos, assim não vale a pena. Decidimos que Santiago teria de se voltar
a ver noutra altura menos “húmida”. Pusemo-nos a caminho rumo a Baiona. Chovia. Enfim. Já muita sorte tivemos nós.






 Apesar da chuva, a paisagem era agradável…muito agradável.


 E ultima incursão em território espanhol ao Monte de Santa Tecla.






 Portugal à vista…
 Travessia feita de Ferry e entrada por Caminha…
 E rumo ao Porto. No Porto decidimo-nos por ficar numa zona Central para não usar a mota. Em boa hora o decidimos fazer pois o cansaço começava a bater à porta.
Dia 12 – Porto (0Km (de mota))
Link do filme (dia 12 e 13): http://www.youtube.com/watch?v=5fscFL9gD4w&feature=related
Não conhecia o Porto. Era hoje. Era hoje que eu iria vaguear pela invicta e apreciar
o que ela nos pode oferecer e…fiquei espantado.
Resumindo: Bilhete do Metro e... ...Av Aliados, Mercado Bulhão, S. Bento, Torre dos Clérigos, Zona Ribeirinha,
Gaia, Sé….corremos o que havia a correr…(penso eu de que) 



 Adorei esta foto…
 E esta…
 4 em 1…lindo
 Monumento ao Ardina…
 Estação de S. Bento…linda


 Torre dos Clérigos

 As vistas…



 Por dentro (a capela)
 Igreja do Carmo e das Carmelitas



 Pavilhão Rosa Mota





 Nesta foto, algo que nos tocou…olhem com atenção para a janela aberta (a de baixo)…
conseguem ver?
 Aqui maior…
 Este senhor está a janela e o que faz é cumprimentar quem passa. Não sei se todos ou só alguns. De qualquer forma adorámos o gesto. A zona Ribeirinha

 Uma merecida homenagem








 Vista do teleférico de Gaia
 A Casa Barbot em Gaia
 A Câmara de Gaia



 A Sé

 A Rotunda da Boavista
 E um dos muitos Chalés com o seu jardim…

 A noite terminou com um jantar com familiares em Matosinhos. Foi um dia em cheio, cheio de monumentos e locais lindíssimos. Gostei.
Boa noite. 
Dia 13 – Porto - Lisboa (345Km)
Este dia era simples. Ver o Palácio do Freixo, fazer a Marginal até à Foz, um Leitãozinho no
Rui dos Leitões em Coimbra e casa.
Começamos assim pelo Palácio, o qual é uma Pousada lindíssima…



 A marginal…
 A Foz…




 Chegámos a casa por volta das 16h30 após 7 dias de viagem. De corpo cansado mas de alma limpa. São viagens como estas que alargam os nossos horizontes. Que nos fazem querer ir mais alem. Que nos mostram as nossas fraquezas e as nossas virtudes. Mal podemos esperar por iniciar mais uma jornada na certeza de regressarmos mais ricos e com
o sentimento de aproveitar a vida.
Um abraço,
Patrícia e João

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